A música Can’t Stop Partying, do novo disco do Weezer, Raditude, apresenta uma parceria bem inusitada entre a banda e o rapper Lil Wayne. Rivers Cuomo, vocalista da banda, já incluiu uma música estilo hip hop no seu último álbum solo, um cover da faixa The Bomb do rapper Ice Cube. Lembrando que o Lil Wayne também lançou algumas músicas com um pegada mais roqueira em 2009 e prometia um álbum totalmente dedicado ao estilo até o final do ano, mas agora ele vai passar um ano na prisão por porte ilegal de arma, então acho que ele não tem tempo pra isso no momento.

(clique aqui para ver os quadrinhos na integra).
História em quadrinhos criada por R. Sikoryak que mistura A Metamorfose de Kafka e seu personagem Gregor e os Peanuts, com o clássico Charlie Brown. Se você adiantar algumas páginas no site, também vai encontrar uma com o Garfield.
Jimmy Kimmel desafiou o T-Pain e ele aceitou, transformou o discurso do Obama usando sua já saturada técnica de auto-tune. Concordo com o Jay-Z, quero a morte do auto-tune, mas nesse caso abro uma exceção.
Participação especial do Larry David (Seinfeld e Curb Your Enthusiasm, nunca viu nenhum desses dois? Se mate) no programa adolescente do momento, Hannah Montana.
Senhores, esse clipe é provavelmente a única coisa boa que aconteceu em toda a vida do programa e também um possível alivio se alguma adolescente patricinha pegar o nome do mestre Larry David, colocar no Google e encontrar suas obras. Não percamos as esperanças.
Batalha Real (Battle Royale) continua com a minha saga: “diretores asiáticos tomavam alguma coisa além de leite quando eram novos”, que entre outros tem Old Boy e Suicide Club. Tive o prazer de ver esse filme depois de tomar conhecimento na lista que o Tarantino fez dos seus filmes preferidos desde que ele próprio começou a escrever/dirigir seus próprios filmes.

Uma porrada de estudantes não quiseram mais estudar, o governo japonês ficou com medo e resolveu que era hora de mostrar quem tinha o poder. Com isso, de ano em ano, enviavam algumas dezenas de estudantes da nona série (agora eu posso falar isso, antes teria que arredondar pro primeiro ano, obrigado MEC) para uma Ilha e falavam que eles tinham um só objetivo, e não era tomar sol, era de matar todos os seus colegas de classe. O último que sobrevivesse depois de três dias, teria o direito de voltar pra casa, se depois desse tempo ainda restasse mais de um, todos morreriam.

Os primeiros 20 minutos desse filmes foram um dos melhores que eu já tive o prazer de ver, desde a descoberta dos garotos que aquilo tudo era pra valer até o vídeo instrutivo de uma garota kawaii falando as regras do jogo, eu amei tudo. O resto do filme não se compara aos primeiros 20 minutos, mas isso não é uma coisa ruim, eles tiveram que frear, pra criar uma maior expectativa no espectador. Funcionou comigo, eles descarregaram todas as informações possíveis nos minutos iniciais e depois pareceu uma teoria de Darwin, foi tudo evoluindo. Não vou soltar spoilers nesse post, acho que a pessoa MERECE ter as mesmas surpresas que eu, mas só digo uma coisa, não tem nada melhor que ver adolescentes suspeitando da própria sombra.
Toda pessoa que ver esse filme, durante algum momento do filme, ou até algumas horas depois de ter visto, invariavelmente, vai se imaginar na mesma situação. Eu imaginei minha turma do primeiro ano naquela Ilha e o prognóstico não me foi favorável, acho que seria o gordinho com o arco e flecha que é um dos primeiros a morrer. Ou quem sabe os nerds que ficam o tempo todo usando o computador e tentando descobrir um jeito seguro de sair da Ilha.
Direção: Kinji Fukasaku
Roteiro: Kenta Fukasaku
José Saramago, o português do prêmio Nobel de literatura, aquele um que escreve parágrafos e frases grandiosas. Dono de uma respeitável mente e criador de histórias incríveis – ensaio sobre a cegueira, o homem duplicado, o evangelho segundo Jesus Cristo, …- está para lançar o seu mais novo trabalho: Caim.
Pelo que me lembro das aulas de catequese que fiz por obrigação, Caim e Abel fizeram oferendas para Deus que ficou agradecido apenas pelas oferendas de Abel (o irmão mais novo), o que deixou Caim emputecido e então, uma coisa levou a outra e Abel foi morto. Deus obviamente não gostou nada do ocorrido e baniu Caim (não me pergunte de onde) e lhe deu um sinal que seria carregado por toda a vida.
(Dando uma pesquisada descobri que os mormons acreditam que o tal sinal de Caim tem relação com a cor da pele, sendo este o pai dos negros africanos. Veja que absurdo!)
Nesse novo livro, parece-me que Saramago fez algo parecido com o texto do Evangelho Segundo Jesus Cristo. Contou a história de Caim e Abel de uma forma mais real e segundo notícias, ele afirma que Deus tem a maior parcela de culpa pela morte de Abel.
Caim deve ser lançado até o final do mês e já pode ser encontrado em pré-venda pela internet. Eu já reservei o dinheiro.
Trecho do episódio “Road to the Multiverse” que é o primeiro da oitava temporada de Family Guy. Eles estão se superando a cada temporada, a combinação de todos os estereótipos da Disney foi perfeita.
Muitas pessoas não gostam do twitter. Dizem que é uma perda total de tempo. Concordo em parte, realmente passo uma quantidade absurda de tempo acompanhando o que outras pessoas que não conheço na vida real comentam sobre programas de TV ou o jogo do Corinthians.
Mas eu amo um dos aspectos dessa ferramenta de microblogging, consigo falar com ÍDOLOS, nem sempre eles respondem, mas já tive algumas tentativas bem sucedidas. Consegui trocar algumas palavras com o Mauricio de Sousa sobre sua estadia em Maceió. E numa dessas também descobri que uma das minhas bandas brasileiras preferidas de rock voltou a ativa depois de VÁRIOS meses parada.
O nome da banda é Hereges. Mas eles não tocam punk rock. Tocam rock alternativo, estilo Nada Surf, com letras que me lembram um pouco weezer, com uma pitada de Elvis Costello. Enquanto esperava notícias da banda carioca, escutei incessantemente as sete músicas que eles disponibilizaram em seu site oficial. Também gravaram um clipe da música A Praia, que pode ser visto abaixo.
Só resta esperar um show em Maceió. Ou no Nordeste. Ou que a banda realmente grave mais algumas músicas.
Foram antecipadas (!) as vendas de ingressos para o documentário sobre Michael Jackson, This is it. Começa nesse domingo, 27 de setembro. O filme acompanhou os 3 últimos meses da vida de Jackson e todos os ensaios para a turnê que aconteceria em Londres.

Para comprar os ingressos, você precisa se cadastrar no site do filme: http://www.thisisitofilme.com.br
De acordo com a Sony Pictures, o filme fica nos cinemas por apenas 2 semanas. Será?
A indicação musical do dia é uma mistura de folk com música adolescente. A mistura de ukulele, baixo e bateria fizeram com que eu ouvisse a música pelo menos umas dez vezes. A letra fala sobre uma garota separando um cara de um grupo de amigos. Em outras letras ele fala sobre paixões platônicas. Separação dos seus pais. Cultura pop e tantas outras coisas. Cosmo Jarvis não veio pra revolucionar a indústria musical e é provavelmente estranho demais pro público alvo que prefere um pop mais enlatado.
Mas o garoto é corajoso e dirigiu todos os seus vídeos sem patrocínio de gravadora nenhuma. Outro exemplo disso é o vídeo da música Mel’s Song, em que Cosmo troca o ukulele por uma guitarra.

Comentários